Se a sua marca chegou em maio de 2026 tratando o cartão-presente como algo para pensar depois, você precisa ler quanto ele cresceu nas datas comemorativas e promocionais do 2º semestre do ano passado. Os dados consolidados de 2025 não foram apenas números. O crescimento acelerado em datas como Dia dos Pais – impressionantes 123% e Black Friday com 100% de aumento, provou que o consumidor não quer mais o produto: ele quer a liberdade de escolha e a marca quer o caixa garantido.
O gift-card e o volume imbatível do 2º semestre
Embora o primeiro semestre sempre mostre um crescimento percentual acelerado, é na metade final do ano que o jogo se torna uma questão de sobrevivência. O segundo semestre concentra a densidade comercial que sustenta o balanço anual. Não estamos falando de picos sazonais isolados, mas de uma sequência ininterrupta de oportunidades de escala.
O Dia dos Namorados em 2025 já previu o sucesso que você pode ter este ano: 56% de crescimento. Mas foi o Dia dos Pais que mudou o patamar do mercado, com 123% de incremento no volume de vendas de cartões-presente. O que isso nos diz para 2026? Que o comportamento de “presentear com crédito” ou “voucher” se tornou o padrão ouro. O consumidor não quer correr o risco de errar o tamanho da roupa ou o modelo do acessório, ele prefere transferir a decisão para o presenteado, e sua marca precisa ser o meio onde essa transação acontece.
De acordo com o relatório da Global Gift Card Survey, a indústria de cartões presente atingirá 4,1 trilhões de dólares até 2030. Já estamos presenciando essa alavanca nos últimos anos, e aconselhamos que as marcas aproveitem todo o otimismo – baseado em dados – que ronda o mercado de cartões presente para já ter resultados significativos neste ano.
Vendas corporativas e B2B: onde o cartão presente separa empresas inovadoras de outras paradas no tempo
O maior erro de um gestor de varejo é achar que o cartão-presente é apenas um produto B2C. Grande parte do volume de vendas no segundo semestre de 2026 reside nas vendas corporativas. Empresas de grande porte estão, neste exato momento, fechando orçamentos de bonificação e incentivo para o final do ano. O lucro do B2B vem de grandes contratos via venda direta e também da robustez de uma API de emissão em massa, segura e escalável, para parceiros integrados. Essa estrutura completa, operando nos dois lados, te diferencia da concorrência.
O mercado de incentivos nos Estados Unidos já ultrapassa a marca dos 100 bilhões de dólares, segundo a Incentive Federation, e o Brasil segue o mesmo rastro de profissionalização. O cartão presente é a ferramenta de fidelização mais barata e eficiente que existe. Ele garante o breakage ou resíduo – aquela parcela de cartões nunca resgatados-, que vira lucro direto, e o efeito upsell, o cliente gasta, em média, 38% a mais do que o valor do cartão ao realizar o resgate.
Para entender como dominar essa transição, vale conferir o conteúdo profundo do Blog da Todo, que detalha como o planejamento estratégico transforma o passivo de estoque em ativo financeiro circulante.
Black friday e Natal: o teste de estresse da sua operação
Os crescimentos de 100% na Black Friday e 59% no Natal registrados em gift-cards em 2025 não são apenas troféus de venda; eles representam picos de carga que testam o limite de qualquer infraestrutura.
Por isso, é necessário estar atento: a distinção entre lucro e prejuízo operacional residirá na robustez da sua retaguarda. Não se trata apenas de software, mas de uma operação fina orquestrada por um time de Customer Success que entenda a urgência de manter a fluidez tanto na ponta do B2B quanto no varejo físico. Se a sua operação não é elástica o suficiente para dobrar de tamanho em 24 horas, você não tem um produto de escala.
O alinhamento entre marca e parceiro tecnológico precisa ser total para garantir que:
- A emissão digital seja instantânea (atraso significa abandono de carrinho).
- A integração com o PDV físico seja à prova de erros (filas no Natal por falha de resgate destroem o NPS).
- A prevenção a fraudes seja inteligente o suficiente para não bloquear vendas legítimas da Black Friday.
Sem um parceiro que entenda o varejo brasileiro de ponta a ponta, seu sistema de cartões presente será apenas um ponto de falha no seu ecossistema.
A urgência de 2026: o tempo de implementação é seu inimigo
A excelência no varejo de alta escala exige que a implementação de uma operação omnichannel seja encarada com a devida antecedência estratégica. No mercado de alto desempenho, existe uma percepção muitas vezes equivocada de que uma estrutura de gift cards pode ser ativada em janelas curtas, como 15 dias. Contudo, para o segundo semestre de 2026, a construção dessa jornada deve começar agora.
Viabilizar um ecossistema que suporte tanto a venda direta corporativa quanto a integração fluida (loja física e e-commerce) demanda uma maturidade técnica que apenas a liderança de mercado pode assegurar. Os indicadores de crescimento contínuo observados no segundo semestre de 2025 demonstram que a base de usuários não apenas cresceu, mas amadureceu em suas exigências.
O risco de uma implementação tardia ultrapassa a perda de novas vendas; ele representa a vulnerabilidade da sua base de clientes atual diante de marcas que já oferecem experiências de presente superiores e plenamente integradas. Como especialistas, entendemos que a prontidão operacional é o que define quem captura o valor máximo das datas sazonais e quem apenas observa a movimentação do mercado.
Inclusive, a Gift Card and Voucher Association (GCVA) aponta que marcas que possuem sistemas de cartões presente têm uma retenção de clientes 25% superior àquelas que dependem apenas de vendas de produtos físicos. No segundo semestre, onde a disputa pela atenção do consumidor é predatória, essa retenção é o que mantém o seu EBITDA saudável.
Sua marca está pronta para assumir a liderança no mercado de cartões-presente?
Os dados de 2025 foram a prova de conceito. O primeiro semestre de 2026 foi a confirmação. O segundo semestre pode claramente ter desaceleração de vendas para quem não profissionalizou o gift-card.
Sua marca precisa decidir se quer ser a preferida no Natal e nos programas de incentivo B2B ou se vai continuar dependendo apenas de promoções de preço para movimentar o estoque. O cartão presente é a alavanca de crescimento mais poderosa disponível hoje. Use-a!
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