O Natal segue sendo o período mais estratégico do varejo, mas os dados mais recentes mostram que algo mudou de forma definitiva. O cartão-presente deixou de ser um produto complementar para se tornar um dos maiores protagonistas do fim de ano.
Os resultados do Natal 2025 mostram essa consolidação e ajudam a explicar por que marcas, parceiros e empresas passaram a tratar os gift cards como um canal insubstituível de vendas, relacionamento e engajamento.
Sem dúvidas, o Natal evidencia comportamentos que se repetem ano após ano. O consumidor está mais imediatista, omnichannel e voltado à conveniência. Além disso, o mercado corporativo também cresceu muito, transformando o cartão-presente em uma solução estratégica tanto para o varejo B2C quanto para operações B2B e de incentivo.
Os números do período mostram crescimento, com desempenho positivo em todos os canais e uma distribuição equilibrada entre loja física, e-commerce, vendas corporativas e parceiros financeiros, ressaltando a maturidade do cartão-presente e o seu espaço cativo no fim de ano do consumidor.
Na comparação entre Natal 2024 e 2025, a operação teve um crescimento de 59% no volume de vendas, e o avanço veio acompanhado de escala. Ao todo, foram 450 mil cartões vendidos no período, um aumento de 54% em relação ao ano anterior, destacando a maior penetração do produto na jornada de compra dos consumidores e das empresas.
O Natal é termômetro
Dezembro é, historicamente, o mês que concentra as decisões de compra mais emocionais e urgentes. Confraternizações pessoais empresariais, Natal e outras festividades são responsáveis pelo típico aumento do faturamento do mês. É um cenário que pede produtos que resolvem rápido, não exigem escolha complexa e entregam alto índice de aceitação.
O cartão-presente é exatamente essa resposta, pois retira atritos clássicos do Natal, como falta de estoque, erro de tamanho, troca pós-festa e atrasos logísticos. Para o consumidor final, é uma escolha segura e, para o varejo, é um produto com alta conversão, fácil exposição e excelente performance em momentos de pico.
E esse mesmo padrão ocorre nas empresas, que muitas vezes concentram decisões de reconhecimento e premiação no encerramento do ano, aumentando o volume transacionado nos últimos dias de dezembro.
A força da omnicanalidade no desempenho do Natal
Um dos pontos mais claros dos resultados de Natal 2025 é a importância da omnicanalidade. O cartão-presente circula de forma fluida entre diferentes ambientes de compra e consumo, acompanhando o comportamento do cliente moderno, que não quer perder tempo.
Na loja física, ele atua como solução imediata para quem deixou o presente para a última hora. No e-commerce, atende quem prefere resolver tudo de forma digital, inclusive com envio instantâneo. No canal corporativo, torna-se uma ferramenta para empresas que precisam comprar em volume com rapidez, simplicidade e alto índice de aceitação. E, nos parceiros financeiros e plataformas digitais, aparece como opção recorrente de incentivo, cashback e autopresente.
Essa circulação integrada é determinante para o alcance das marcas e faz com que o produto esteja disponível exatamente quando a decisão acontece, fortalecendo esse contexto de desempenho consistente, mesmo em cenários de alta concorrência e disputas por atenção no fim de ano.
A análise por canal mostra como o desempenho do Natal foi pautado por uma operação verdadeiramente omnichannel. O B2B teve crescimento de 62%, mostrando o peso do corporativo. As lojas físicas cresceram 70%, reafirmando o ponto de venda como decisivo nos dias finais do ano, e o e-commerce também manteve crescimento, mesmo em um cenário de alta concorrência.
Em termos de representatividade, o período reforçou o equilíbrio entre os canais, com o B2B assumindo papel central na operação, enquanto lojas físicas e e-commerce atuaram de forma complementar. O resultado evidencia como diferentes jornadas de compra convivem e se fortalecem no fim de ano.
Entre as marcas com melhor performance geral no Natal, destacaram-se Boticário, C&A, Riachuelo, Centauro, Carrefour e Zift. Todas com muita estratégia, visibilidade nos canais certos e divulgação ao longo do período. São marcas que souberam se posicionar como opções seguras, desejadas e acessíveis para presentear, tanto no varejo tradicional quanto no ambiente corporativo.
Quando o olhar se volta para crescimento percentual, o destaque vai para o Zift, que liderou o ranking de crescimento em volume, seguida por Bacio di Latte, C&A, Casas Bahia, Rappi e Centauro.
No recorte específico de B2C, considerando loja física, e-commerce e varejo direto ao consumidor, as marcas que apresentaram melhor desempenho foram Boticário, C&A, Riachuelo, Centauro, Outback e Zift.
As promoções tiveram papel decisivo no desempenho dos cartões-presente no Natal. Modalidades como carga extra e desconto foram adotadas por marcas como Crocs, Eudora, Boticário, Arezzo, Loungerie, Schutz, Lojas Besni e Riachuelo, criando estímulos diretos para conversão e aumento de ticket.
São incentivos bem desenhados e feitos para destravar volume, acelerar decisão de compra e ampliar o valor percebido do cartão-presente no momento mais competitivo do ano.
O papel do mercado corporativo no Natal
Não é mais facultativo. O mercado corporativo é um dos grandes motores do crescimento dos cartões-presente, e no Natal isso não é diferente. Empresas passaram a utilizar o produto como ferramenta de reconhecimento, engajamento e relacionamento com colaboradores, parceiros e clientes, e não somente como um presente ocasional.
São volumes relevantes, principalmente no fechamento do ano, quando metas são batidas, ciclos são encerrados e a necessidade de agradecer equipes tem mais protagonismo. O cartão-presente atende essa demanda com muita eficiência operacional, liberdade de escolha para o presenteado e facilidade de distribuição.
Ao mesmo tempo, o crescimento do B2B ajuda a sustentar a categoria fora das datas tradicionais, criando um fluxo mais previsível e recorrente ao longo do ano.
Zift Card e a consolidação do multimarca
Outro destaque do período foi a performance do Zift Card, que segue se consolidando como uma alternativa para quem busca flexibilidade máxima no ato de presentear. A possibilidade de escolha entre múltiplas marcas dentro de um único cartão aumenta ainda mais o potencial de conversão e diminui qualquer risco de rejeição por parte do presenteado.
No Natal, esse atributo tem ainda mais força, uma vez que o consumidor busca soluções universais, capazes de atender diferentes perfis, faixas etárias e estilos de consumo. O crescimento do Zift Card, sem dúvida, mostra que o multimarca ocupa um espaço muito estratégico dentro do ecossistema de gift cards.
Em novembro de 2025, o volume de vendas do Zift cresceu 391% em relação a novembro de 2024. Em dezembro, o crescimento foi de 293% na comparação anual. O desempenho foi sustentado por uma estratégia multicanal bem distribuída, com avanços consistentes em todas as frentes de atuação e forte capacidade de escala ao longo do período.
A campanha de Natal do Zift Card foi estruturada em fases bem definidas. A primeira, de buzz e lançamento, com foco na apresentação do produto, na mensagem de gifting e na preparação do público para o Natal. Já a fase de sustentação e conversão, teve muitos esforços em remarketing, retargeting e estímulos diretos à compra, maximizando conversão nos momentos de maior intenção.
Além da mídia própria, o Zift contou com ativações junto a parceiros estratégicos como Banco Inter, Americanas, PicPay e Viva Experiências, parcerias que melhoraram o alcance do portfólio em ambientes de alta recorrência e grande base de usuários. É válido ressaltar que o uso de influenciadores complementou essa estratégia, colocando o Zift Card como um produto próximo do público, aumentando o alcance e apoiando a conversão em momentos de alta demanda.
Desde o aquecimento, passando pelos dias de maior tração até o período final de urgência, o Zift Card se tornou uma solução prática e desejada para presentear. A combinação entre visibilidade nos canais parceiros, comunicação consistente e disponibilidade digital permitiu acompanhar o ritmo do consumidor em cada etapa da trajetória do consumidor, capturando tanto quem se planejou quanto quem decidiu na última hora.
O que todos esses resultados indicam para o futuro?
Os números de Natal 2025 não são um ponto fora da curva. Mais de 50% das vendas de dezembro foram concentradas nos últimos dias, com destaque para 23 e 30/12. Sim, o cartão-presente se consolidou como um dos produtos mais estratégicos do varejo contemporâneo. Ele responde diretamente às mudanças de comportamento do consumidor, fortalece a omnicanalidade, solidifica operações corporativas e melhora a presença das marcas em diferentes pontos de contato.
O gift card é um canal de vendas, relacionamento e posicionamento de marca. E, para 2026, isso não é mais opcional.
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